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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
quinta-feira, 31 de julho de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
JUNTOS E MISTURADOS TAMBÉM EM 2014?
terça-feira, 29 de outubro de 2013
ESTÃO GASTANDO UMA FORTUNA COM A DÍVIDA (!!!)
Existe
uma grande manipulação em se questionar insistentemente o montante da dívida
pública de um país: embora de fato o pagamento da dívida pública aproprie parte
considerável do orçamento da União no Brasil, sua existência se deve ao fato
de que nenhum governo mantém encaixe suficiente para movimentar toda a máquina
pública, já que não existe coincidência absoluta entre despesas e receitas, em
termos de montantes e de cronograma, a cada momento dado. Então, na realidade,
a dívida possibilita viabilizar todas as outras rubricas e os investimentos
necessários em um determinado período ou ciclo de governo, já que seu valor inclui
o que foi pego e efetivamente investido ou gasto em cada setor e o custo
financeiro disso.
Tentar
comparar o montante do que é pago a título de dívida com o que é gasto em cada
rubrica específica é como comparar o custo do financiamento de um carro para
uma família com o total gasto em sorvetes, livros ou em cinema por essa mesma
família. É inépto e inútil, a não ser que se queira discutir a necessidade e
validade efetiva de se ter um carro em contraposição às outras opções
apresentadas e possíveis. A única coisa que tem relevância aí seriam as
condições de solvabilidade, o perfil da dívida e dos juros, e saber como foram
gastos os recursos, se o gasto foi eficaz e necessário socialmente ou não, além
da relação entre o montante de dívidas e de receitas do grupo considerado (ou
seja, a relação entre ingressos e despesas totais, no caso de uma família, e a
relação Dívida/PIB no caso de um país, a qual indica solvabilidade - e que
melhorou consideravelmente, em pouco mais de uma década, no Brasil).
Auditoria-cidadã
da dívida não existe, é uma proposta demagógica ligada a um partido: a maior
parte dos cidadãos não tem a formação contábil, política ou econômica
necessária que lhes permita analisar de maneira consciente e lúcida a intrincada questão
da dívida pública, que além dos aspectos puramente técnicos de origem contábil
e financeira inclui outros, envolvendo importantes escolhas políticas e
imposições legais. Então, serão conduzidos por algum guru que lhes submeterá
algum ponto de vista pré-fabricado, o qual poderá ser manipulado à vontade
(como é feito, de fato).
Fica
aqui uma pergunta: por que razão o principal partido que apoia essa iniciativa
no Brasil não fez auditoria-cidadã da dívida municipal em Macapá, cidade que
governa? Lá isso não se aplica, lá não vale? Só vale para os que se considera
como 'inimigos políticos', ou só para um ente federativo específico, a União?
Sim, é isso que afirmo: a questão aqui é política e não técnica ou puramente
cidadã, como se pode notar. Se não fosse, reconheceriam que o perfil da dívida
melhorou em termos de extensão de prazos, redução de taxas e garantias, bem
como o valor da relação Dívida/PIB, que era superior a 50% em 2002 e hoje beira
a 34% apenas, se contabilizada pelo critério da DLSP (Dívida Líquida do Setor
Público).
Obs.:
A relação Dívida/PIB dos E.Unidos é de 360%, ou seja, devem 3 vezes e meia mais
que o PIB, segundo Stephen Kanitz, mas como é uma dívida de longo prazo e sua
exigibilidade total só se dá em algumas décadas, nesse caso a relação, em
termos absolutos, não tem grande relevância. A posição brasileira, no entanto,
é bastante mais confortável.
Obs.2:
O conceito de Dívida Pública, ou Dívida Pública Federal, inclui a dívida
interna e externa em nome da União.
Obs.3: Dívida, como algo
que se tem que pagar por algum bem, serviço ou empréstimo adquiridos, é
contraprestação e não gasto. Se contrai, não se gasta. Se paga para manter o
crédito e para não sofrer alguma retaliação ou punição jurídica. Embora seja um
gasto contábil, é algo que se paga por algo que se recebeu ou contratou.
Obs.4: Uma parte importante dos compromissos financeiros do Brasil se relacionam a títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, cuja venda é feita em bolsas, gerando receitas de curto prazo. Hoje em dia os títulos brasileiros têm boa cotação no mercado interno e internacional, apesar de muitos terem sido desindexados da Selic.
F.Prieto
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
BBB 2013/2014!!!
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
FAÇA O QUE EU DIGO MAS NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO ...
![]() |
| CASA DE FERREIRO, ESPETO DE PAU ... (Obs. Ver o link: http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/noticias/27833/fora-da-lei-11-capitais-negam-tempo-livre-a-professores/?pag=4) |
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
MANIFESTAÇÕES PACÍFICAS?
Não é sintomático que todo 'ato pacífico' que já começa convocado como 'revolta' ou 'dia nacional de lutas' (o que remete sem dúvida ao CSP-Conlutas, central sindical compartilhada pelo PSTU e pelo PSOL, com participação residual do PCB e PCO) termine em incêndio, pedradas, depredação e vandalismo? Não aceitar o resultado das urnas em 2010 e propor como forma de atuação política a tentativa de rebelar permanentemente parte da população, mas sem declará-lo de modo formal, aberto e claro, é legítimo? É válido? Em um sistema no qual temos um Judiciário com amplos poderes, Ministério Público idem, eleições diretas em todos os níveis com livre candidatura, jornais, revistas, rádios e internet sem censura ou controles estatais, liberdade de expressão artística e intelectual ... isso é ditadura, como dizem os que justificam a sua própria violência sob tal argumento? Se é, eu não sei mais o que foram os vinte anos que passamos sob o tacão pesado dos militares aqui no Brasil. Se tudo é igual, se 'todo es lo mismo', não há nada que possa ser diferente, então.
Antidemocrático, a meu ver, é tentar tomar de assalto o poder, sem saber inclusive o que fazer com ele depois. Ou ainda, tentar, à base de ações empreendidas à margem da institucionalidade, alavancar partidos institucionalizados que querem, sim, e muito, aumentar seu poder a qualquer custo. Quando se escolhe vias antidemocráticas de protesto e manifestação, se anula a possibilidade de um mundo melhor. Nada de bom, nenhum novo sol no horizonte, pode nascer de um parto intencionalmente violento. Ativistas desses partidos, na Internet, aplaudem os manifestantes que radicalizam em cada ato e confrontam a polícia com pedradas, rojões e molotovs. Sugerem a criação aqui de 'Black Blocs', algo como os grupos anarquistas europeus preparados para confrontar a polícia de forma violenta, dispostos a tudo. Em algumas cidades, segundo eles, tais grupos já existem e usam máscaras para ocultar as identidades e não poderem ser responsabilizados por algum ato extremo.
Quem clama pelo direito de alguém e pela legitimidade de um sistema ou governo não deveria usar táticas ilegítimas e anônimas, e não deveria ter dupla face - uma aparente, que se queixa da violência ou desvios do sistema e tenta expor seus excessos, e outra oculta, que provoca ou pratica esses mesmos excessos. Coerência e honestidade é o mínimo que se pede de quem se propõe a lutar por algo.
Flávio B.Prieto da Silva
* Referências: Quem postou em seu twitter ontem sobre a 'necessidade de se criar black blocs' foi Raphael Tsavkko, militante do PSOL. Quem mencionou a proposta de 'derrotar Dilma nas ruas', após perderem as eleições de 2010, foi Ivan Pinheiro, da coligação PCB-PSOL-PSTU. Quem incentiva vários dos protestos mais exaltados via twitter, blogs e facebook são organizações e grupos como o ocupasampa, ocuparj, ocupabh, ocupapoa, ocupasalvador, CIMI, Tortura Nunca Mais-SP, UBES e várias associações de docentes e grêmios das universidades federais e estaduais, muitos dos quais em mãos, hoje, dos partidos mencionados.
Nota explicativa: O texto refere-se especificamente a alguns atos em determinadas capitais e grandes cidades onde manifestantes exaltados, geralmente de partidos emergentes de esquerda, depredavam patrimônio público, promoviam bloqueios de estrada (esses podem ser creditados, em alguns casos, à direita também) e enfrentamentos ostensivos com a polícia que acompanhava marchas e atos ou buscava proteger prédios públicos e vias de circulação. No total das manifestações, no entanto, em sua maioria pacíficas, talvez tenha havido saldo positivo.
terça-feira, 2 de julho de 2013
Y AHORA CON USTEDES: "LOS INCORRUPTIBLES"!
terça-feira, 25 de junho de 2013
HAJA INGRATIDÃO NESSE MUNDO!!!
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COMO RODRIGO MAIA, PAULO GUEDES E A GLOBO ESTÃO TE ENGANANDO SOBRE O SERVIÇO PÚBLICO
AQUI ESTÃO AS 7 PRINCIPAIS MENTIRAS QUE TE CONTAM SOBRE O SERVIÇO PÚBLICO (com dados confiáveis que destroem essas mentiras) MENTIRA...
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A tarifa básica (tarifa única) de ônibus urbanos no RJ era de R$ 1,60 em 2004, enquanto o salário-mínimo era da ordem de 260 reais. O salár...












