Mostrando postagens com marcador FORA TEMER. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FORA TEMER. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 19 de julho de 2017
terça-feira, 18 de julho de 2017
segunda-feira, 10 de julho de 2017
342 AGORA - FORA TEMER E DIRETAS JÁ!
CLIQUE AQUI
E PRESSSIONE O SEU DEPUTADO PARA QUE APROVE O PEDIDO DE INVESTIGAÇÃO E POSSÍVEL IMPEACHMENT DE MICHEL TEMER PELOS FATOS VINCULADOS À JBS E À CONIVÊNCIA NA COMPRA DO SILÊNCIO DE EDUARDO CUNHA. A INICIATIVA, QUE BUSCA ATINGIR O NÚMERO DE 342 DEPUTADOS NECESSÁRIOS PARA QUE TEMER SEJA AFASTADO, SE CHAMA "342 AGORA" (https://342agora.org.br).
E PRESSSIONE O SEU DEPUTADO PARA QUE APROVE O PEDIDO DE INVESTIGAÇÃO E POSSÍVEL IMPEACHMENT DE MICHEL TEMER PELOS FATOS VINCULADOS À JBS E À CONIVÊNCIA NA COMPRA DO SILÊNCIO DE EDUARDO CUNHA. A INICIATIVA, QUE BUSCA ATINGIR O NÚMERO DE 342 DEPUTADOS NECESSÁRIOS PARA QUE TEMER SEJA AFASTADO, SE CHAMA "342 AGORA" (https://342agora.org.br).
segunda-feira, 3 de julho de 2017
ÓPERA MUNDI - REPERCUSSÃO INTERNACIONAL DOS ATOS DE 30/6 NO BRASIL
Imprensa internacional destaca protestos contra Temer e repressão policial no Brasil; veja repercussão
'Greve, barricadas, mobilização e mais desemprego', escreveu argentino Página/12, enquanto russo RT destacou uso de gás lacrimogêneo e balas de borracha pela polícia e prisão de manifestantes
A imprensa internacional repercutiu a greve e os protestos realizados no Brasil nesta sexta-feira (30/06) contra as reformas do governo de Michel Temer (PMDB) e pela realização de eleições diretas já. Os atos pelo país foram destaque em jornais e sites de notícias de países como Argentina, Chile, Cuba, Estados Unidos, Rússia, Venezuela e outros.
Página/12 – Argentina
“Greve, barricadas, mobilização e mais desemprego”, destacou o jornal argentino Página/12, relacionando os protestos de ontem à divulgação pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) dos números do desemprego no segundo trimestre de 2017 no Brasil.
A segunda greve geral convocada por centrais sindicais no Brasil esse ano, escreve o jornal, “coincidiu com a divulgação do índice de desemprego, que chegou a 13,3% e mostrou a perda de 2,3 milhões de postos de trabalho em um ano”, em contraste com o índice de 11,2% de um ano atrás.
Clarín – Argentina
O jornal argentino Clarín destacou os bloqueios no trânsito das maiores cidades do país durante a “jornada de luta” promovida por centrais sindicais contra as reformas de Temer. “O governo impulsiona uma série de reformas pró-mercado para recuperar a confiança dos investidores, como estratégia para tirar a maior economia latino-americana da pior recessão de sua história”, escreveu o jornal.
Segundo o Clarín, a principal dessas reformas, a previdenciária, “enfrenta sérias resistências e está atravancada pela crise provocada pelas denúncias de corrupção que têm o próprio Temer como alvo”.
El Desconcierto – Chile
“Greve geral no Brasil pede anulação de reforma trabalhista e renúncia de Temer”, escreveu o El Desconcierto. O site chileno também destacou os bloqueios de vias pelo país e a revolta popular pela denúncia de corrupção passiva contra Michel Temer e pelas reformas trabalhista e previdenciária do governo do peemedebista.
“A reforma trabalhista chega em um contexto em que a economia do país se encontra em forte recessão, o nível de inflação é alto e o número de desempregados é cada vez maior. O índice de desocupação chega a 14,2 milhões de desempregados entre janeiro e março deste ano”, escreve o El Desconcierto.
Brasil, Venezuela... Uruguai? Saiba qual é o país mais militarizado da América Latina
Manifestantes são detidos e sindicato é invadido pela PM em dia de greve
#GrevePorDireitos: Manifestantes vão às ruas em todo o Brasil contra reformas de Temer
Cubadebate – Cuba
O Cubadebate noticiou o dia de paralisações e manifestações no Brasil destacando o início de uma greve por tempo indeterminado de trabalhadores de 10 refinarias da Petrobras. A razão para a greve dos petroleiros é que “a direção da Petrobras, sem nenhuma negociação com os sindicatos, reduziu postos de trabalho”, diz o site cubano.
O veículo também afirmou que “a devastadora reforma trabalhista, denunciada pelas centrais sindicais como o mais brutal ataque lançado pelo governo de Michel Temer contra os direitos dos trabalhadores, deve ser votada pelo Senado Federal antes de 17 de julho, quando começará o recesso parlamentar.”
The New York Times – Estados Unidos
O jornal norte-americano The New York Times reproduziu texto da agência de notícias Associated Press que afirmou que a greve geral “perturbou grandes cidades do Brasil em meio a protestos de sindicalistas contra a proposta do presidente Michel Temer de afrouxar regras trabalhistas e cortar benefícios previdenciários”.
O NYT destacou os protestos no Rio de Janeiro e a situação dos milhares de trabalhadores do Estado que não têm recebido seus salários nos últimos meses devido à crise agravada durante os governos de Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão (PMDB). “A polícia atirou gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar o protesto depois que alguns manifestantes atearam fogo em pilhas de lixo”, diz o jornal, que também comentou a possibilidade de Temer perder seu mandato graças à denúncia por corrupção.
RT – Rússia
“Protestos agitam o Brasil em meio à revolta pela iminente reforma da Previdência”, escreveu o RT, que destacou que “em muitas cidades, manifestantes entraram em confronto com a polícia, que atirou gás lacrimogêneo e balas de borracha”.
O site russo também destacou a repressão policial e a detenção de manifestantes em cidades como Fortaleza e em Santa Catarina, assim como um protesto em Belo Horizonte no qual o ministro da Saúde, Ricardo Barros, foi atacado com ovos – e que acabou com quatro pessoas presas.
Telesur – Venezuela
O site da rede Telesur destacou a manifestação no Rio de Janeiro no fim do dia de ontem, acrescentando que “paralisações contra Michel Temer e para pedir eleições diretas se realizaram em vários pontos de norte a sul do Brasil”.
A greve geral de sexta-feira aconteceu “em rechaço às reformas neoliberais do governo de fato de Michel Temer”, escreveu a Telesur, também destacando a repressão policial a atos pelo país e a prisão de seis estudantes na manifestação que aconteceu na Av. Paulista, em São Paulo, no fim do dia.
(Fonte: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/geral/47471/%23grevepordireitos+manifestantes+vao+as+ruas+em+todo+o+brasil+contra+reformas+de+temer.shtml)
(Fonte: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/geral/47471/%23grevepordireitos+manifestantes+vao+as+ruas+em+todo+o+brasil+contra+reformas+de+temer.shtml)
quinta-feira, 29 de junho de 2017
segunda-feira, 29 de maio de 2017
terça-feira, 23 de maio de 2017
sexta-feira, 19 de maio de 2017
sexta-feira, 5 de maio de 2017
BRASIL CONTRA AS REFORMAS
CONTRA REFORMAS
Centrais confirmam ocupação em Brasília e, se necessário, nova greve geral
Maio é "momento decisivo", diz sindicalista. Dirigentes afirmaram que é preciso dar "continuidade" ao movimento de 28 de abril
por Vitor Nuzzi, da RBA publicado 04/05/2017 19h02, última modificação 04/05/2017 20h05
ROBERTO PARIZOTTI/CUT

Centrais aprovaram calendário que prevê atividades em Brasília já na próxima semana, com sindicalistas procurando os parlamentares
São Paulo – As centrais sindicais confirmaram que irão promover uma ocupação em Brasília, neste mês, contra as "reformas" da Previdência e trabalhista. E, a depender do andamento das propostas no Congresso, sinalizam com nova greve geral, "mais forte" do que a realizada na última sexta-feira (28). "O momento decisivo é o mês de maio", disse o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre. "É o momento de a sociedade brasileira ocupar Brasília", acrescentou, durante reunião na tarde desta quinta-feirea (4) na sede da entidade, no bairro do Brás, região central de São Paulo, com dirigentes de outras oito centrais e representantes de movimentos sociais.
Todos afirmaram que é preciso dar "continuidade" ao movimento de 28 de abril. "O país se envolveu. Essas propostas estão sendo impostas à sociedade. Eles estão tomando decisões contra a vontade do povo", disse o secretário-geral. Por unanimidade, as nove centrais aprovaram calendário que prevê atividades na capital federal já na próxima semana, com sindicalistas procurando os parlamentares. A ocupação deverá ocorrer entre os dias 15 e 19, conforme a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, da Previdência, na Câmara, e do Projeto de Lei (PLC) 38, trabalhista, no Senado. "Se a marcha das reformas continuar como está, o passo seguinte é uma nova grande greve", afirmou Sérgio Nobre.
"Sempre defendemos o aperfeiçoamento (da legislação)", observou o presidente da CUT, Vagner Freitas. "O que está se fazendo agora é acabar com a CLT e com os direitos, e sem nenhuma contrapartida. Estão destruindo e não colocando absolutamente nada no lugar. Não existe nenhuma proposta modernizante."
O presidente da UGT, Ricardo Patah, aposta em novo cenário após as mobilizações da greve geral. "Diferente do que o governo achava que iria ocorrer, não só foi muito forte como a sociedade apoiou", avaliou. "No Senado, a impressão que eu tenho é de que o ambiente está muito diferente do da Câmara."
"Nosso foco agora é Brasília", reforçou o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna. "Esse trabalho que estamos fazendo aqui está em consonância com nossos parlamentares", afirmou, acreditando em resultado favorável, apesar da minoria oposicionista no Congresso. Ele também enfatizou a importância da greve geral, "nacional, com participação da maioria das categorias e unitária".
"Essa unidade, que é a coisa mais importante da classe operária, está nos permitindo virar jogo", comentou o presidente da CGTB, Ubiraci Dantas de Oliveira, o Bira. "Nunca vi uma unidade dessa natureza", acrescentou, resumindo os objetivos das centrais: "Retirar essas propostas, ocupar Brasília e jogar duro". Integrante da executiva da CSP-Conlutas, Luiz Carlos Prates, o Mancha, concordou. "Temos de exigir que (o governo) retire os projetos. Não tem como melhorar."
Esse é um ponto com certa divergência entre as centrais – algumas querem simplesmente a retirada da PEC e do projeto de lei, enquanto outras acreditam ser mais realista brigar por emendas nos textos. "O que nos unifica é 'nenhum direito a menos'", disse o secretário-geral da CUT.
Da mesma forma, parte dos dirigentes defende mais ênfase no indicativo de greve geral, que deve ser discutido e anunciado em Brasília. "O movimento sindical passa a acumular força. A agenda regressiva em curso vai exigir muita cautela e organização de nossa parte. A greve geral não será obra do acaso, precisa ser construída", ponderou o presidente da CTB, Adilson Araújo. Ele observou que, apesar dos avanços na mobilização, o cenário ainda é de dificuldade. "O governo tem baixa popularidade, mas ainda tem voto."
Para o secretário-geral da Intersindical, Edson Carneiro, o Índio, o andamento das votações no Congresso tende a aumentar o grau de descontentamento da população. "A questão da aposentadoria pesou, as pessoas compreendem", afirmou. Agora, é preciso informar a sociedade sobre os efeitos do projeto que mexe com a CLT. "Se eles aprovarem a reforma trabalhista, nem precisa fazer a da Previdência. A imensa maioria não vai atingir as condições de aposentar, nas regras atuais."
"Não podemos deixar arrefecer", acrescentou o presidente da Nova Central em São Paulo, Luiz Gonçalves, o Luizinho. Segundo ele, a greve do dia 28 também mostrou força fora dos grandes centros urbanos. "A luta se interiorizou, mostrou a grande capilaridade que o movimento sindical conquistou com essa mobilização."
Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2017/05/centrais-confirmam-ocupacao-em-brasilia-e-se-necessario-nova-greve-geral
segunda-feira, 24 de abril de 2017
terça-feira, 28 de março de 2017
POVO NAS RUAS! 31 DE MARÇO POPULAR!
31 de Março: Fortalecer um novo dia nacional de lutas para barrar as reformas!
25 DE MARÇO DE 2017 - Esquerda On Line
Por Pedro Augusto Nascimento, do ABC, São Paulo
A Frente Brasil Popular e a Frente do Povo Sem Medo confirmaram a convocação de um dia nacional de mobilizações para o dia 31 de Março. Na próxima Segunda-feira (27), as centrais voltam a se reunir e podem decidir convocar o dia 31 de forma unitária e definir a data de uma greve geral na segunda quinzena de Abril.
As águas de Março vieram para encher os trabalhadores de esperança: é preciso resistir! É possível vencer!
Os dias 08 e 15 de Março abriram um cenário de resistência unificada e nacional contra a Reforma da Previdência, que obrigou Temer e o Congresso a recuarem atirando. A classe trabalhadora brasileira mais uma vez mostrou a sua força quando em ação.
O governo fez uma manobra que simulava poupar os servidores municipais e estaduais da PEC 287, na esperança de tirar das ruas os milhares de professores que foram a vanguarda dos dias 08 e 15. Em jogada ensaiada, Rodrigo Maia desenterrou a PL da Terceirização (PL 4302/98) da época do FHC e o Congresso aprovou na última Quarta-feira (22) esse ataque que rasga a CLT.
O que eles querem é sacrificar os trabalhadores e o futuro da nossa juventude em troca de dólares e o aumento da taxa de lucro para perpeturarem os seus privilégios. A conta fica ainda mais cara para o povo negro, as mulheres, a juventude das periferias, os LGBT’s e imigrantes.
Nenhuma dessas medidas, no entanto, foram suficientes para virar a opinião pública ou desanimar os trabalhadores, cada vez mais contrários às reformas. Os setores mais combativos, que paralisaram e tomaram as ruas, estão cientes que não podem confiar num governo golpista.
Nenhuma dessas medidas, no entanto, foram suficientes para virar a opinião pública ou desanimar os trabalhadores, cada vez mais contrários às reformas. Os setores mais combativos, que paralisaram e tomaram as ruas, estão cientes que não podem confiar num governo golpista.
É preciso preparar a greve geral a partir da base
Frente a essa mudança no cenário e a força demonstrada pela classe trabalhadora brasileira, o dia 31 que já tinha assembleias de professores marcada para essa data e era parte do calendário da Frente Brasil Popular ganhou um outro significado. Incorporou em sua pauta a luta contra as reformas da Previdência, Trabalhista e contra a PL da Terceirização, que ainda precisa da sanção de Temer.
Frente a essa mudança no cenário e a força demonstrada pela classe trabalhadora brasileira, o dia 31 que já tinha assembleias de professores marcada para essa data e era parte do calendário da Frente Brasil Popular ganhou um outro significado. Incorporou em sua pauta a luta contra as reformas da Previdência, Trabalhista e contra a PL da Terceirização, que ainda precisa da sanção de Temer.
É fundamental que cada piquete na porta de fábrica, cada assembleia dos professores em greve, cada plenária ou comitê regional se transforme em instrumentos para a construção da greve geral pela base.
Daí a importância do dia 31, pois será não só mais um ensaio para a greve geral, mas uma forma de envolver uma quantidade ainda maior de trabalhadores na preparação dessa tarefa indispensável para que possamos passar de uma vez por todas à ofensiva.
Por isso, os olhos e os ouvidos dos lutadores do país estarão voltados para a reunião das Centrais que ocorrerá na próxima Segunda-feira (27). Agora é o momento de se efetivar uma verdadeira frente única de todas as organizações sindicais e populares em defesa do futuro da classe trabalhadora. O dia 31 deve ser o próximo passo. Uma data unificada de greve geral deve ser o objetivo até o final de Abril.
Não há tempo a perder. Só há uma forma de derrotar Temer, o Congresso e o programa do golpe com seus ajustes, reformas e privatizações: tomando as ruas e parando as fábricas. Mãos à obra!
Não há tempo a perder. Só há uma forma de derrotar Temer, o Congresso e o programa do golpe com seus ajustes, reformas e privatizações: tomando as ruas e parando as fábricas. Mãos à obra!
Fonte: http://esquerdaonline.com.br/2017/03/25/31-de-marco-fortalecer-um-novo-dia-nacional-de-lutas-para-barrar-as-reformas/
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
É GOLPE - A LUTA APENAS COMEÇOU!
Se engana quem diz 'Foi Golpe'. Um golpe não ocorre só no momento em que é dado e seus efeitos desastrosos podem perdurar por muito tempo, mesmo após o país regressar ao estado de direito - o que está longe de ocorrer no Brasil em que bandidos como Temer e Serra usurpam o poder e o exercem ilegitimamente, sempre para piorar a condição de vida da população brasileira, extirpando todos os seus direitos e entregando as riquezas nacionais de bandeja ao capital internacional e ao capital nacional associado. A luta contra o golpe é uma luta permanente e contínua, devendo prosseguir até que consigamos reaver o poder que foi outorgado a Dilma e ao PT pela via do voto e que se possam reverter seus efeitos nefastos. Até lá, gritaremos 'Fora Temer' e 'Fora Golpistas'. Lutar contra o golpe significa não reconhecer um governo golpista e não aceitar de maneira conformista seus desmandos e arbítrio. Resistir é preciso! Ousar lutar, ousar vencer!
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
sexta-feira, 29 de julho de 2016
quarta-feira, 27 de julho de 2016
terça-feira, 26 de julho de 2016
Assinar:
Postagens (Atom)
COMO RODRIGO MAIA, PAULO GUEDES E A GLOBO ESTÃO TE ENGANANDO SOBRE O SERVIÇO PÚBLICO
AQUI ESTÃO AS 7 PRINCIPAIS MENTIRAS QUE TE CONTAM SOBRE O SERVIÇO PÚBLICO (com dados confiáveis que destroem essas mentiras) MENTIRA...
-
A tarifa básica (tarifa única) de ônibus urbanos no RJ era de R$ 1,60 em 2004, enquanto o salário-mínimo era da ordem de 260 reais. O salár...











































