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domingo, 27 de outubro de 2013

OS BLACK BLOCS DO TWITTER

OS BLACK BLOCS DO TWITTER
             Mantenho com meus próprios esforços esse humilde blog, o qual, com ajuda de alguns amigos espontâneos que o divulgam, obtém uma frequência mensal média de 3 mil leituras, aproximadamente. Não é muito se comparado aos blogs maiores, mas, assim mesmo, é uma quantidade expressiva de pessoas que mensalmente acessam a página em busca de minhas toscas interpretações da realidade, seja pela via textual, seja por via de colagens e montagens de minha autoria. Uma das formas que encontrei de divulgar meu blog foi o Twitter, após criar um perfil hoje suspenso de nome ‘Ubiraci Pinheiro’. Ubiraci, fiquei sabendo depois, significa ‘madeira boa’ – o que muito me alegrou. A intuição do nome me veio a partir da noção de que um apelido (ou ‘nick’) em uma rede social não teria necessariamente que reproduzir meu nome verdadeiro, mas poderia ser um nome qualquer bem popular, comum, bem brasileiro.
          Qual não foi minha surpresa quando, após tentar algum diálogo via Twitter (antes usado só para divulgar o blog) com pessoas da chamada esquerda emergente, passei a ter o perfil suspenso sistematicamente. Logo notei que qualquer ‘nick’ que usasse seria inútil, já que a divulgação do meu blog ali me identificaria. Notei também que a tentativa de me anular no Twitter não era uma coisa momentânea: após três avisos de algum abuso não especificado, a conta é suspensa definitivamente. Tentei um novo perfil e segui nova tática de não interagir diretamente com quem fosse de outros campos políticos, mas o fato de interagir com pessoas amigas que têm suas contas monitoradas pela galera dessa militância emergente acaba fazendo com que meu blog apareça na TL deles, ou que de algum modo descubram que continuei a divulgá-lo, só que usando um novo perfil. Depois do terceiro e quarto perfis me dei conta de que a coisa era e é pessoal: cada perfil que eu crio, após adicionar umas 30/50 pessoas do mesmo campo político ideológico que eu para dar divulgação, logo que promovo meu blog o perfil é denunciado e sou suspenso. O Twitter até tem um formulário para a pessoa apelar, o qual parece não servir de nada já que a conta continua suspensa e nem te dizem quem foi que solicitou a suspensão da mesma, o que é desleal.
         Como vejo que outros usuários divulgam normalmente seus blogs e matérias em geral ali, calculo, com alto grau de certeza, que quem pede o cancelamento é alguém que não gosta do que lê ou vê em meu blog e que tem medo da pluralidade de opiniões e pontos de vista políticos. O que mais me assombra é que, tendo em vista o fato do meu perfil de Twitter - e consequentemente o espaço para divulgar meu blog ali - terem começado a ser atacados só após tentar dialogar diretamente com o pessoal dessa esquerda dita emergente mais radicalizado, é que justamente eles são os que na rede se queixam de falta de democracia, monopólios da mídia, visão única, etc., eles que falam em democracia direta não serem capazes de conviver com ela em um espaço tão trivial e múltiplo como uma rede de Twitter. Explico que meu blog não é subvencionado e que não sou filiado a partido, embora me situe voluntariamente no campo de apoio ao PT, na atualidade.
           Que pensam fazer agindo assim? Pensam estar empreendendo alguma guerrilha virtual necessária e eficaz? Enganam-se. Meu blog continuará e seguirei montando tantos perfis quantos forem bloqueados ou suspensos + 20. Continuarei a divulgar meu blog no Twitter, mesmo que sigam pedindo para o Twitter suspender as contas usando para isso denúncias de Spam ou de outras violações possíveis. Despeço-me aqui também do saudoso perfil 'CubaMarti', que muito me alegrava também. Sempre que virem meu blog divulgado podem saber: sou eu mesmo. E saberão também que em breve o perfil será suspenso, mas que seguirei em frente ...
Flávio B.Prieto da Silva

domingo, 22 de setembro de 2013

DIVAGAÇÕES ESTELARES


COMO SUSPEITAVA, O LANCE É PURAMENTE POLÍTICO
E FOCADO EM DETERMINADOS GOVERNANTES:
NÃO É CONTRA OS 'MEGAEVENTOS' E NEM
'CONTRA O CAPITALISMO', COMO DIZIAM!


domingo, 30 de junho de 2013

quarta-feira, 26 de junho de 2013

sexta-feira, 14 de junho de 2013

O FASCISMO EMERGENTE

A tarifa básica (tarifa única) de ônibus urbanos no RJ era de R$ 1,60 em 2004, enquanto o salário-mínimo era da ordem de 260 reais. O salário mínimo hoje é mais de duas vezes e meia esse valor, enquanto a passagem não atinge o dobro do que era então, ou seja, seus reajustes foram bem abaixo dos dados ao salário-mínimo no período.

Hoje temos também mais gratuidades, já que os estudantes da rede pública, idosos, crianças e deficientes, entre outros, não pagam passagem e seu contingente aumentou, em proporção ao total de usuários.

Trabalhadores que ganham até uma faixa de três salários mínimos mensais têm, por lei, direito assegurado a vale transporte, o qual não constitui remuneração, legalmente, não é tributável e é bancado por patrões e governo.

No período imediato antes do atual governo dos trabalhadores, o total da renda das populações mais pobres gasto em transporte era da ordem de 15%, aproximadamente. Hoje é da ordem de 5%, segundo estudos efetuados em várias capitais brasileiras.

Transporte gratuito para todos só seria possível aumentando a carga tributária, que hoje é de 35% do PIB, na média dos países em iguais condições econômicas e bem abaixo da carga dos países nórdicos.

O pretexto de passagens caras para estimular a realização de marchas inflamadas com pessoas encapuzadas, algumas delas com pedras e gasolina nas mãos e mochilas, não parece algo legítimo. Quem quer se manifestar pacíficamente não vai a uma marcha com esses apetrechos de guerra e evita praticar vandalismos.

Nada justifica isso, já que estamos em plena vigência do estado democrático de direito e as coisas podem ser questionadas de outra forma, via denúncia ao Judiciário e ao Ministério Público (o mesmo que aproveita agora para aparecer em SP, depois dos estragos).

Culpar a polícia por reagir à violência prévia praticada por manifestantes que já vão a um ato com espírito armado é errado. A polícia não pode permitir ou fechar os olhos para a depredação de patrimônios públicos e privados. Na hora de estimular greve na PM, não a chamam de 'assassina e repressora'. Nessa hora eles são trabalhadores, na outra 'repressores'.

Tentar realizar uma 'primavera' aqui no Brasil, justo na hora em que um governo preocupado com questões sociais realiza muitos avanços em favor dos desassistidos, é uma insensatez: em todos os países em que houve 'primaveras', a direita e o capitalismo se deram muito bem, tirando enorme proveito. Nenhum país primaveril virou socialista ou melhorou o padrão de vida de seus habitantes, até aqui ...

Os partidos emergentes que, através de suas ongs e movimentos, patrocinam e estimulam essas marchas (suas bandeiras estavam lá, desfraldadas), apostam no quanto pior melhor e em ganhar espaço no grito, incendiando o país. Querem participar do diálogo político à força, usurpando a voz dos que dizem representar sem mandato.

Motoristas, trocadores, fiscais e empregados em geral das empresas de transportes urbanos também são trabalhadores e têm família para sustentar. Também querem reajustes e dependem da saúde das empresas em que trabalham para terem seu padrão de vida melhorado. Arrochar as tarifas significa, a médio prazo, arrochar ainda mais os salários desses profissionais.

Tudo o que estamos vendo constitui um laboratório para os eventos previstos para ocorrer no país (Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas), durante os quais planejam realizar ferozes manifestações, como se o país estivesse de fato em guerra, em muitos casos com ajuda da direita mais reacionária. Intifada aqui? Vão fazer intifada fascista na pqp ...

Flávio B.Prieto da Silva

terça-feira, 11 de junho de 2013

segunda-feira, 4 de março de 2013

SOBRE ESTE E OUTROS MUNDOS ...

SOMOS MESMO 'ANONYMOUS'? DESCONFIO TANTO DOS 1% QUE DIZEM NOS GOVERNAR, QUANTO DOS 1% QUE DIZEM SER 99%, MAS QUEREM DE FATO O PODER FORMAL. ENTRE UM E OUTRO, FICO COM MINHA OPINIÃO MAIS LIVRE E NÃO TÃO FORMATADA.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Oposições Belicosas

Oposições não têm que ser tranquilas e nem necessariamente pacíficas, podendo até se insurgir quando algum governo pratica atos flagrantemente ilegais ou antidemocráticos.  No entanto, tal insurgência não deveria incluir trancamentos de pauta, negociações venais e nem a depredação de obras públicas em andamento ou o incitamento a que outros o façam. Oposições deveriam ser cidadãs. Cidadãos devem respeitar as leis e o normal processo legislativo, em princípio. Obras e projetos não aprovados regularmente podem ser questionados judicialmente - como qualquer lesão ou ameaça de lesão a direito ou à lei. O que não se deveria é, após perder ferrenha batalha judicial, apelar para o vale-tudo, incluídos aí a promoção de greves, incêndios e quebra-quebras, como já ocorreu em canteiros de obras públicas em andamento, sob o auspício de partidos opositores. Oposições não devem servir só para incomodar ou tentar obstaculizar as realizações de um governo eleito. Uma oposição que apela para isso, ou que não respeita a legalidade, em tempos de normalidade democrática, é uma oposição que não contribui para um projeto de nação, uma vez que busca apenas aparecer e ganhar poder a todo custo,  autorizando outros grupos a que façam até pior, algum dia. Acaba prevalecendo a lógica dos fins justificarem os meios - só que os fins, nesse caso, confundem-se com os do partido: embora a intenção declarada seja questionar o próprio sistema de aprovação de leis e projetos, ou a legalidade e adequação de algum projeto ou iniciativa governamental, no fundo tenta-se ganhar visibilidade e espaço político impedindo outro partido de governar e administrar a coisa pública, finalidades para as quais foi eleito. Uma coisa é protestar, outra é destruir bens públicos e de empresas e promover sublevações. Protestos podem ser veementes, mas não deveriam incluir atos de ilegalidade ou de guerrilha política.

COMO RODRIGO MAIA, PAULO GUEDES E A GLOBO ESTÃO TE ENGANANDO SOBRE O SERVIÇO PÚBLICO

AQUI ESTÃO AS 7 PRINCIPAIS MENTIRAS QUE TE CONTAM SOBRE O SERVIÇO PÚBLICO (com dados confiáveis que destroem essas mentiras) MENTIRA...