terça-feira, 28 de outubro de 2014

VIVA DILMA REELEITA - A HORA É DE LUTA, COMPANHEIRADA!

                    Conquistas e Desafios  (por Flávio B. Prieto)
        Nessa hora de discussões sobre a vitória de Dilma e do campo aliado ao PT nas eleições presidenciais de 2014 cabe considerar que, apesar de ter sido uma vitória por margem estreita, foi a vitória da verdade contra a mentira e o boato, do interesse social contra os interesses individuais e do capital, da militância espontânea e da internet contra a grande mídia e a militância paga. Foi também a vitória das forças progressistas pacíficas e da tolerância contra as vozes conservadoras da intolerância, do ódio e da segregação. Ganhou o Brasil, ganhou o povo brasileiro e ganhou a república, já que quem tentou até o último minuto do segundo tempo dar algum tipo de golpe perdeu. E é jogo sem prorrogação ou returno, sem tapetão e sem choro nem vela. Quem perde tem que ter fairplay e aceitar a derrota, como aceitaria a vitória caso ela viesse.
      O momento agora é o de curar algumas feridas, cicatrizar outras melhor e partir para os novos desafios, sem deixar para trás os que ainda estão em andamento:
 - Manter a militância unida e a chama que iluminou a campanha de Dilma-13 acesa. 
- Reconquistar o apoio dos que estavam indecisos e votaram sob pressões diversas para que se possa implementar as reformas necessárias sem dificuldades e sem sobressaltos. 
- Conquistar apoio partidário de amplo espectro para dar sequência a projetos em curso e reformas necessárias. 
- Buscar apoios e assinaturas para aprovar a proposta popular de Lei de Meios já em curso (www.paraexpressaraliberdade.org.br) e apoio político e da sociedade civil para a Reforma Política.
- Impulsionar a regulamentação da PNPS* e tentar ampliar a participação popular espontânea por essa via.
(* http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Decreto/D8243.htm )
- Participar na construção e/ou fortalecimento de meios alternativos de informação e educação social e política da população.
- Impedir quaisquer tentativas de golpe ou turbação do cenário social e político forjadas pelos opositores ao governo eleito. 
- Sermos os olhos, ouvidos, pernas, pés, braços e porta-vozes do campo político que decidimos apoiar, e com ele trocarmos energia. 
- Buscar unidade dentro e fora da esfera institucional política. Sem unidade e luta contínua não conseguiremos força para implementar as mudanças necessárias e as que já estão em curso. 
- Reconciliar um Brasil que a direita tentou fracionar a todo custo por razões de classe ou por meros interesses particulares e preconceitos.
- Continuar apoiando todas as ações de estabilização econômica, construção da infraestrutura nacional necessária e de redução da desigualdade e eliminação da miséria e das discriminações.
- Seguir apoiando a integração continental e a busca de novos parceiros políticos e econômicos.
- Apoiar a cultura nacional e continental. 
- Apoiar a valorização dos trabalhadores em geral e de servidores públicos, sem os quais o governo não teria como realizar projetos.
- Lutar contra os especuladores e inimigos públicos de sempre, mesmo quando vestidos como lobos em peles de cordeiro. 
- Apoiar a luta sem trégua contra a corrupção e a criação de mecanismos e instâncias especiais propostos por Dilma. 
E viva o Brasil! É Dilma, é Lula, é 13, é o PT, é o povo e todos os militantes filiados ou independentes lutando unidos por um Brasil melhor!  






quarta-feira, 22 de outubro de 2014

POÇAS DE LAMA

ADQUIRAM JÁ!!! 100 FACTOIDES PELO PREÇO DE 10!

VAMOS COMPARAR II

O BRASIL REAL - DE 2002 A 2013
Por Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira. Fonte: Pátria Latina
1. Produto Interno Bruto:
2002 – R$ 1,48 trilhões
2013 – R$ 4,84 trilhões
2. PIB per capita:
2002 – R$ 7,6 mil
2013 – R$ 24,1 mil
3. Dívida líquida do setor público:
2002 – 60% do PIB
2013 – 34% do PIB
4. Lucro do BNDES:
2002 – R$ 550 milhões
2013 – R$ 8,15 bilhões
5. Lucro do Banco do Brasil:
2002 – R$ 2 bilhões
2013 – R$ 15,8 bilhões
6. Lucro da Caixa Econômica Federal:
2002 – R$ 1,1 bilhões
2013 – R$ 6,7 bilhões
7. Produção de veículos:
2002 – 1,8 milhões
2013 – 3,7 milhões
8. Safra Agrícola:
2002 – 97 milhões de toneladas
2013 – 188 milhões de toneladas
9. Investimento Estrangeiro Direto:
2002 – 16,6 bilhões de dólares
2013 – 64 bilhões de dólares
10. Reservas Internacionais:
2002 – 37 bilhões de dólares
2013 – 375,8 bilhões de dólares
11. Índice Bovespa:
2002 – 11.268 pontos
2013 – 51.507 pontos
12. Empregos Gerados:
Governo FHC – 627 mil/ano
Governos Lula e Dilma – 1,79 milhões/ano
13. Taxa de Desemprego:
2002 – 12,2%
2013 – 5,4%
14. Valor de Mercado da Petrobras:
2002 – R$ 15,5 bilhões
2014 – R$ 104,9 bilhões
15. Lucro médio da Petrobras:
Governo FHC – R$ 4,2 bilhões/ano
Governos Lula e Dilma – R$ 25,6 bilhões/ano
16. Falências Requeridas em Média/ano:
Governo FHC – 25.587
Governos Lula e Dilma – 5.795
17. Salário Mínimo:
2002 – R$ 200 (1,42 cestas básicas)
2014 – R$ 724 (2,24 cestas básicas)
18. Dívida Externa em Relação às Reservas:
2002 – 557%
2014 – 81%
19. Posição entre as Economias do Mundo:
2002 - 13ª
2014 - 7ª
20. PROUNI – 1,2 milhões de bolsas
21. Salário Mínimo Convertido em Dólares:
2002 – 86,21
2014 – 305,00
22. Passagens Aéreas Vendidas:
2002 – 33 milhões
2013 – 100 milhões
23. Exportações:
2002 – 60,3 bilhões de dólares
2013 – 242 bilhões de dólares
24. Inflação Anual Média:
Governo FHC – 9,1%
Governos Lula e Dilma – 5,8%
25. PRONATEC – 6 Milhões de pessoas
26. Taxa Selic:
2002 – 18,9%
2012 – 8,5%
27. FIES – 1,3 milhões de pessoas com financiamento universitário
28. Minha Casa Minha Vida – 1,5 milhões de famílias beneficiadas
29. Luz Para Todos – 9,5 milhões de pessoas beneficiadas
30. Capacidade Energética:
2001 - 74.800 MW
2013 - 122.900 MW
31. Criação de 6.427 creches
32. Ciência Sem Fronteiras – 100 mil beneficiados
33. Mais Médicos (Aproximadamente 14 mil novos profissionais): 50 milhões de beneficiados
34. Brasil Sem Miséria – Retirou 22 milhões da extrema pobreza
35. Criação de Universidades Federais:
Governos Lula e Dilma - 18
Governo FHC - zero
36. Criação de Escolas Técnicas:
Governos Lula e Dilma - 214
Governo FHC - 11
De 1500 até 1994 - 140
37. Desigualdade Social:
Governo FHC - Queda de 2,2%
Governo PT - Queda de 11,4%
38. Produtividade:
Governo FHC - Aumento de 0,3%
Governos Lula e Dilma - Aumento de 13,2%
39. Taxa de Pobreza:
2002 - 34%
2012 - 15%
40. Taxa de Extrema Pobreza:
2003 - 15%
2012 - 5,2%
41. Índice de Desenvolvimento Humano:
2000 - 0,669
2005 - 0,699
2012 - 0,730
42. Mortalidade Infantil:
2002 - 25,3 em 1000 nascidos vivos
2012 - 12,9 em 1000 nascidos vivos
43. Gastos Públicos em Saúde:
2002 - R$ 28 bilhões
2013 - R$ 106 bilhões
44. Gastos Públicos em Educação:
2002 - R$ 17 bilhões
2013 - R$ 94 bilhões
45. Estudantes no Ensino Superior:
2003 - 583.800
2012 - 1.087.400
46. Risco Brasil (IPEA):
2002 - 1.446
2013 - 224
47. Operações da Polícia Federal:
Governo FHC - 48
Governo PT - 1.273 (15 mil presos)
48. Varas da Justiça Federal:
2003 - 100
2010 - 513
49. 38 milhões de pessoas ascenderam à Nova Classe Média (Classe C)
50. 42 milhões de pessoas saíram da miséria
FONTES:
47/48 - http://www.dpf.gov.br/agencia/estatisticas
39/40 - http://www.washingtonpost.com
42 - OMS, Unicef, Banco Mundial e ONU
37 - índice de GINI: www.ipeadata.gov.br
45 - Ministério da Educação
13 - IBGE
26 - Banco Mundial


(publicado em: http://jornalggn.com.br/blog/iv-avatar/fhc-vs-lula-dilma-um-quadro-comparativo#comment-482459) 

VAMOS COMPARAR

Comparativo de políticas econômicas: Governo FHC x Governos Lula-Dilma
03 de Setembro de 2014
Hélio Mairata (*)
Se estamos próximos a escolher nossos governantes – Poderes Executivo e Legislativo – para o próximo quadriênio, é de bom alvitre comparar os desempenhos dos dois últimos governos de partidos diferentes, o PSDB que mandou no país em 1995-2002 e o PT com os números de 2003-2013. Todos os dados serão de fontes oficiais, em especial, IBGE, IPEA. MTE e Banco Central.
O mais conhecido indicador é o Produto do país, o PIB. No período FHC ele experimentou crescimento anual à taxa média de 2,29%. Já em 2003-2013 essa taxa anual média pulou para 3,22%.
Consistentemente, a taxa de desemprego refletiu esse maior dinamismo na era Lula-Dilma. Enquanto fechou 2002 (fim do período FHC) com 10,5%, atualmente está na casa os 5% apenas. Nos seus oito anos FHC criou 5.016.672 postos; nos seus oito, Lula criou o triplo: 15.384.442. E Dilma, em três anos, quase o mesmo que nos oito do FHC: 4.880.078.
Mas não foi só a empregabilidade o que melhorou: os salários também. Com uma deliberada política de valorização real (ou seja, do poder de compra) do salário mínimo, este obteve um ganho real (isto é acima do custo de vida) de 72,31% de 2003 a 2014. No período 1995-2002 houve uma perda real de 6,49%. Enquanto ao final do mandato FHC (2002) um salário comprava 1,4 cestas básicas (média nacional apurada pelo DIEESE) em janeiro de 2014 passou a adquirir 2,2 cestas, a maior relação desde 1979.
Essa melhoria (o salário mínimo referencia os ganhos mensais de 48,2 milhões de pessoas segundo o DIEESE) e mais as transferências, em especial o Bolsa-Família, reduziram a concentração da Renda no país. Há um indicador que mede o grau dessa concentração chamado Índice de Gini (quanto maior, mais concentrada é a Renda). Este caiu: em 2002 era 0,588; em 2013: 0,493, comprovando a melhoria da distribuição da Renda no país.
Paralelamente, a inflação teve reduzida a sua força: enquanto a média anual no período FHC (95/02) foi de 9,09%, nos governos do PT (03/13) caiu para 5,95% na média anual (medida pelo IPCA).
FHC deixou o governo com uma dívida explosiva. Ao final de 2002 a razão Dívida Interna Líquida do Setor Público / PIB era espantosa: 55,5 com o governo à beira da falência, ressaltando que quando FHC assumiu essa relação era de apenas 29,2, ou seja, ele vendeu quase todas as estatais e mesmo assim a Dívida Pública elevou-se. Atualmente essa razão é de 34,9 apenas.
Por outro lado, no final de 2002 o país estava à beira da insolvência. Para uma Dívida Externa de US$ 210,711 bilhões possuíamos reservas de apenas US$ 16,339 bilhões, o que nos deixava com uma dívida externa líquida de US$ 194,372 bilhões. Atualmente, enquanto nossa Dívida Externa é de US$ 330,2 bilhões, possuímos no exterior, aplicadas, reservas de US$ 380,5 bilhões, ou seja, no líquido, somos CREDORES do resto do mundo na ordem de US$ 50,3 bilhões.
Relativamente a isso, examinemos outro dado. O Risco-País é um índice que mede o grau de estabilidade econômica de um país. O Risco-Brasil, portanto, seria uma medida do nível de risco de nosso país. O indicador mensura o excedente que se paga em relação à rentabilidade garantida pelos bônus do governo norte-americano. Significa dizer que a cada 100 pontos expressos pelo risco Brasil, os títulos do país pagam uma sobretaxa de 1% sobre os papéis dos EUA.
No último ano de FHC ele registrou seu maior nível em toda a série histórica, alcançando 2.446 pontos em setembro de 2002. O Brasil ostentava um dos quatro maiores riscos entre todos os países do mundo, superado apenas por Argentina (que acabara de entrar em default), Nigéria (em guerra civil) e Equador.
A recuperação dos fundamentos macroeconômicos, trazendo estabilidade à economia, resultou em que o índice alcançasse a mínima de 137 pontos em maio/07. Atualmente o risco está em torno de 200 pontos.
O que acha desse confronto de fatos, não de “vamos conversar”?
(*) Professor de Macroeconomia da Universidade Federal do Pará


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Mulher Guerreira



O povo mesmo tá com Dilma e gosta do PT.

Milton Nascimento - Amor De Índio (Beto Guedes)

Caminhos do Coração



E é tão bonito quando a gente entende
Que a gente é tanta gente onde quer que a gente vá
E é tão bonito quando a gente sente
Que nunca está sozinho por mais que pense estar
É tão bonito quando a gente pisa firme
Nessas linhas que estão nas palmas de nossas mãos
É tão bonito quando a gente vai à vida
Nos caminhos onde bate, bem mais forte o coração

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

20 CAPAS DA ERA FHC: COPIE E DIVULGUE! O BRASIL JÁ FOI BEM PIOR ...

Minha postagem de hoje é uma dica: http://plantaobrasil.com.br/news.asp?nID=82131
Lá você encontra 32 capas de jornais que mostram como era o Brasil dos tucanos. Salve
as imagens para postar nas suas redes sociais! Não custa nada, dá pouquíssimo trabalho!
Aqui estão 20 delas. Desfrutem! Obrigado a quem teve o trabalho de escanear e postar!!!























 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

MÍDIA, MERCADO E INSTITUTOS: ELEITORES PRIVILEGIADOS?

         No Brasil há dois eleitores que, apesar de não terem título para votar e nem registro em qualquer tribunal eleitoral, influenciam mais as eleições que qualquer partido ou agente político legitimado. Esses eleitores têm nome e são citados a toda hora: mídia e mercado. Um terceiro ente coletivo que anda a reboque dos dois primeiros e também pode ser considerado um eleitor privilegiado são os institutos de pesquisa (que erram feio em muitos momentos mas fica por isso mesmo, a despeito do preço bastante alto das pesquisas e de pretensas margens rígidas de erro e confiabilidade). Tais institutos realizam pesquisas sob contrato dos principais meios de comunicação que apoiam partidos de direita, e também de confederações de indústria e outros entes patronais. Não admira portanto que em muitos momentos as pesquisas reflitam de fato mais o desejo dos contratantes que a real intenção de voto dos eleitores. É tudo um grande negócio ...

         Não classifico aqui esses eleitores como meros 'cabos eleitorais' pois, apesar de não votarem diretamente, influenciam mais o voto que os próprios candidatos, partidos, apoiadores célebres e militância. Eles de fato elegem quem querem, se deixarmos. Seu voto vale mais que o nosso, simples cidadãos unipessoais. Falam com vozes de milhões de megawatts e ocupam muito mais espaços que os da propaganda eleitoral oficial. Se uma hora na televisão e no rádio é dedicada obrigatoriamente ao horário eleitoral gratuito, as demais 23 horas ficam livres para os eleitores privilegiados fazerem campanha por quem quiserem, atacando os candidatos considerados inimigos e apoiando ou encobrindo os erros dos seus amigos - a ponto de fazerem desaparecer no ar (ou do ar) escândalos de Metrôs, helicóptero com 450 kg de pasta de coca, aeroporto em terra de tio com pendência judicial, tarifas superfaturadas de energia, falta d'água por ausência de investimentos em captação, salários baixos do magistério estadual, censura à imprensa alternativa, etc ...

         O poder desses eleitores privilegiados é tão grande que podem criar inflação artificialmente, apoiar ou incitar violência, apontar o dedo e os holofotes só para erros dos inimigos ou problemas a ele atribuídos, nos convencer a mudar de lado e opinião como eles mudam - mas pior que isso, conseguem transformar um país que avança em vários setores em um caso de 'fracasso' e 'má gestão' e um 'mau investimento', bastando para isso carregar no nanquim e nos contornos trágicos de seus relatos diários. Algumas redes varejistas (mercado, na acepção popular do termo) chegam a apostar nessa linha e abrir mão de vendas certas para cobrar preços acima da realidade e, com isso, ajudar a criar condição para que seus amigos sejam eleitos.
       Enquanto esses eleitores privilegiados - mídia, mercado e institutos de pesquisa - detiverem tanto poder a ponto de agirem como verdadeiros semideuses sem serem incomodados e tentarem influenciar o voto descaradamente, viveremos uma realidade esquizofrênica na qual o país 'piora a cada 4 anos' - para logo em seguida melhorar. Melhora porque é ruim para os negócios forjar crises prolongadas, porque não se consegue enganar todos o tempo todo e porque até mesmo os semideuses têm, de tempos em tempos, que reconhecer suas limitações e aceitar a realidade factual: apesar de todas as crises forjadas e de todo o mau agouro, o Brasil melhorou e vai continuar a melhorar!

Flávio B.Prieto da Silva

CADA UM QUE ASSUMA SUAS CULPAS ...

CADA UM QUE ASSUMA SUAS CULPAS ...