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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

VAMOS NO CAMINHO CERTO! (SERÁ???)

Com mais de um estado sob ação intensa de grupos armados (de 6a. feira até hoje, temos mais de 60 mortos no estado do Espírito Santo, vários ataques e tiroteios na zona oeste e comunidades pobres do Rio de Janeiro e necessidade de tropas federais em Porto Alegre), o atual Ministro da Justiça e responsável máximo pelas forças policiais federais, Alexandre de Moraes, filiado ao PSDB, partido de direita aliado a Temer, é indicado para assumir uma vaga na mais alta corte brasileira, o STF - Supremo Tribunal Federal. Que beleza essa nossa meritocracia! Elogiado pelo porta-voz da república por ter um currículo 'consistente com a vaga de ministro' de nossa mais alta corte, esse senhor advogou para a facção criminosa conhecida como PCC - Primeiro Comando da Capital - que em 2014 provocou inúmeras mortes na capital paulista e em várias outras cidades daquele estado. Comandado desde penitenciárias, o tal comando só cessou os ataques após entrar em acordo com o governo do estado, chefiado por políticos do PSDB. Fatos semelhantes ocorreram recentemente no norte e nordeste do país (Pará, Roraima, Rio Grande do Norte e Paraná), com rebeliões de presos e muitos mortos. Incapaz de controlar a situação, o ministro Alexandre de Moraes prometeu enviar o exército para cuidar do caso. Os policiais do Espírito Santo, tanto civis como militares, acusam o governo - do PMDB, de Temer - de não lhes dar reajuste há sete anos. Críticos da indicação de Alexandre de Moraes falam em 'aparelhamento do Estado e do STF', já que a mais alta corte deveria ter juízes razoavelmente isentos e sem filiação partidária direta, além do perfil acadêmico recomendável. Enfim, como diz Alexandre de Moraes, agora ministro do STF, está 'tudo sob controle' ... e como diz Temer, 'vamos no caminho certo!'.

Flávio B. Prieto da Silva

Obs.: PMDB e PSDB governam hoje o Brasil, após o golpe de estado contra Dilma.


 

sexta-feira, 20 de maio de 2016

O QUE FAZER?

                          O QUE FAZER? (por Flávio B. Prieto da silva)

Muito embora um governo ilegítimo já esteja, de maneira velhaca, antecipando o afastamento definitivo da presidenta oficial popularmente eleita e praticando irregularmente todo tipo de abusos contra as políticas públicas por ela estabelecidas em benefício dos mais carentes e da infraestrutura do país, sabemos que a correlação de forças no Senado – que é quem tem o poder de decidir sobre o afastamento final – é negativa e deverá confirmar o que uma Câmara com 70% de integrantes judicialmente investigados decidiu. Então, a pergunta é: O que fazer?

Há várias alternativas em perspectiva. A primeira delas é resistir do modo que for possível, seja de maneira pacífica, mais enérgica ou radical. Ambas as possibilidades apresentam uma debilidade: dada a correlação das forças sociais, também é pouco provável que consigamos, por meio delas, reverter de fato o ‘impeachment’ e o golpe, bem como seus efeitos práticos. Outra é não fazer nada. Então, vale perguntar novamente: O que fazer?

O que temos visto após poucos dias de implementação do afastamento provisório de Dilma e da iniciativa apressada e, repito, irregular, de desmontar desde já todo seu programa de governo em andamento – incluindo as políticas sociais mais importantes e implementar uma pauta de venda de patrimônio público e atendimento imediato de reivindicações incisivas de grupos reacionários fundamentalistas (como é o caso da revogação da lei que garantia a possibilidade do uso de nome social para LGBTs) – é o governo do golpe colocar os pés pelas mãos.

Propostas para reequilibrar o orçamento do país e retomar investimentos e crescimento, rechaçadas veementemente  nas últimas semanas por eles tais como o retorno da CPMF e a criação ou aumento de tributos, agora aparecem como solução mágica, só que de maneira bem mais brutal e descarada. Cortes ou redução de direitos dos trabalhadores já surgem também como outro achado para equilibrar o orçamento, ao mesmo tempo que fatias generosas de verbas do orçamento deficitário deverão ser alocadas para pagar fornecedores e incentivar empresários.

Sim, com auxílio da mesma mídia hegemônica que ajuda a dar e naturalizar esse golpe sórdido e cínico que propõe ‘virar a página’ antes mesmo de sua leitura final, tudo está sendo anunciado e suavizado para convencer uma população relativamente cética quanto à política, mas que confia nessa mídia como fonte fidedigna de apreensão e explicação da realidade mais complexa e geral.

Devem, portanto, ‘emplacar’, apesar de nocivos à maioria: aumento da idade mínima para aposentadoria, fim ou redução de programas sociais importantes como Farmácia Popular, SAMU, Bolsa Família, SUS, Mais Médicos, Minha Casa Minha Vida, verbas culturais ... tudo está na lista ou já sendo contingenciado, cortado ou reduzido substancialmente sem a reação popular que seria de se esperar. Isso sem falar das vendas de fatias do patrimônio público (especialidade tucana) em massa que já vão sendo protocolarmente anunciadas, ainda que o governo seja interino. "Anestesia geral, não devemos lutar contra isso, culpem quem sai ..."

Que alternativas, pergunto novamente, temos, então, como militância e vanguarda de mobilização democrática à esquerda, de ações concretas contra o que está posto, sabendo que nossa população é majoritariamente refratária ao que ocorre na seara política?

Uma delas é deixar acontecer e mostrar, à medida que acontece, como isso prejudica o país e sua população. Seria, a grosso modo, como retornar quinze ou vinte anos no tempo e reviver o que um dos mentores do golpe atual, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, fez durante seus oito anos de mandato – dos quais ele e seu partido saíram com a popularidade bastante arranhada, a despeito do apoio midiático expresso e permanente. Mas, se não serviu para educar a população e politizá-la naquela época, servirá agora?

A segunda é radicalizar: olho por olho, dente por dente. Se prendem um dos nossos, prenderemos alguém do lado deles. Se nos baterem ou matarem, faremos o mesmo com eles e, sobretudo, não os deixaremos governar.

E a terceira é tentar, estando fora do poder central, educar uma massa de pelo menos 100 milhões de pessoas que ainda se encontram sob domínio intelectual da direita reacionária e de seus meios de comunicação e entretenimento, o que leva tempo e custa um esforço imenso e contínuo.

Com a palavra e ação, a militância e a população!
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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A VOLTA DO BANQUEIRO

Pro Jornal O Globo, o 'queridinho da mídia' e banqueiro André Esteves - que pagou a lua de mel de Aécio Neves (PSDB) - seria amigo do PT ..

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

quarta-feira, 29 de abril de 2015

AGRESSÃO INJUSTIFICADA A PROFESSORES NO PARANÁ DO PSDB




PROFESSORES PARANAENSES SÃO TRATADOS COMO 'VÂNDALOS' OU 'BLACK BLOCS' E VIOLENTAMENTE AGREDIDOS PELA POLÍCIA DE BETO RICHA E FERNANDO FRANCISCHINI. ADEMAR TRAIANO, PRESIDENTE DA ALEP, DIZ QUE O QUE OCORREU FORA DA ASSEMBLEIA NÃO É DO INTERESSE DA CASA. 

terça-feira, 17 de junho de 2014

QUE PAPELÃO, AÉCIO!!!

AÉCIO NEVES MANDA FAZER VÁRIOS BONECOS DE PAPELÃO
PARA POSAREM EM FOTOS COM ELEITORES E OUTROS CANDIDATOS DO PSDB
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BONECO DO AÉCIO CHEGA ATRASADO À CONVENÇÃO DO PARTIDO, MAS ASSIM MESMO,TEM MAIS VOTOS PREVISTOS QUE O CANDIDATO DE CARNE E OSSO.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

JUNTOS E MISTURADOS TAMBÉM EM 2014?

PARTICIPAMOS DE PASSEATAS COXINHAS, MAS NÃO SOMOS COXINHAS!!!
('ESTAMOS NA SAUNA GAY, MAS NÃO SOMOS GAYS', DIRIA BUSSUNDA ... )




COMO RODRIGO MAIA, PAULO GUEDES E A GLOBO ESTÃO TE ENGANANDO SOBRE O SERVIÇO PÚBLICO

AQUI ESTÃO AS 7 PRINCIPAIS MENTIRAS QUE TE CONTAM SOBRE O SERVIÇO PÚBLICO (com dados confiáveis que destroem essas mentiras) MENTIRA...