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quinta-feira, 14 de abril de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
terça-feira, 28 de outubro de 2014
VIVA DILMA REELEITA - A HORA É DE LUTA, COMPANHEIRADA!
Conquistas e Desafios (por Flávio B. Prieto)
Nessa hora de discussões sobre a vitória de Dilma e do campo aliado ao PT nas eleições presidenciais de 2014 cabe considerar que, apesar de ter sido uma vitória por margem estreita, foi a vitória da verdade contra a mentira e o boato, do interesse social contra os interesses individuais e do capital, da militância espontânea e da internet contra a grande mídia e a militância paga. Foi também a vitória das forças progressistas pacíficas e da tolerância contra as vozes conservadoras da intolerância, do ódio e da segregação. Ganhou o Brasil, ganhou o povo brasileiro e ganhou a república, já que quem tentou até o último minuto do segundo tempo dar algum tipo de golpe perdeu. E é jogo sem prorrogação ou returno, sem tapetão e sem choro nem vela. Quem perde tem que ter fairplay e aceitar a derrota, como aceitaria a vitória caso ela viesse.
O momento agora é o de curar algumas feridas, cicatrizar outras melhor e partir para os novos desafios, sem deixar para trás os que ainda estão em andamento:
- Manter a militância unida e a chama que iluminou a campanha de Dilma-13 acesa.
- Reconquistar o apoio dos que estavam indecisos e votaram sob pressões diversas para que se possa implementar as reformas necessárias sem dificuldades e sem sobressaltos.
- Conquistar apoio partidário de amplo espectro para dar sequência a projetos em curso e reformas necessárias.
- Conquistar apoio partidário de amplo espectro para dar sequência a projetos em curso e reformas necessárias.
- Buscar apoios e assinaturas para aprovar a proposta popular de Lei de Meios já em curso (www.paraexpressaraliberdade.org.br) e apoio político e da sociedade civil para a Reforma Política.
- Impulsionar a regulamentação da PNPS* e tentar ampliar a participação popular espontânea por essa via.
(* http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Decreto/D8243.htm )
- Participar na construção e/ou fortalecimento de meios alternativos de informação e educação social e política da população.
- Impedir quaisquer tentativas de golpe ou turbação do cenário social e político forjadas pelos opositores ao governo eleito.
- Sermos os olhos, ouvidos, pernas, pés, braços e porta-vozes do campo político que decidimos apoiar, e com ele trocarmos energia.
- Buscar unidade dentro e fora da esfera institucional política. Sem unidade e luta contínua não conseguiremos força para implementar as mudanças necessárias e as que já estão em curso.
- Reconciliar um Brasil que a direita tentou fracionar a todo custo por razões de classe ou por meros interesses particulares e preconceitos.
- Continuar apoiando todas as ações de estabilização econômica, construção da infraestrutura nacional necessária e de redução da desigualdade e eliminação da miséria e das discriminações.
- Seguir apoiando a integração continental e a busca de novos parceiros políticos e econômicos.
- Apoiar a cultura nacional e continental.
- Apoiar a valorização dos trabalhadores em geral e de servidores públicos, sem os quais o governo não teria como realizar projetos.
- Lutar contra os especuladores e inimigos públicos de sempre, mesmo quando vestidos como lobos em peles de cordeiro.
- Apoiar a luta sem trégua contra a corrupção e a criação de mecanismos e instâncias especiais propostos por Dilma.
E viva o Brasil! É Dilma, é Lula, é 13, é o PT, é o povo e todos os militantes filiados ou independentes lutando unidos por um Brasil melhor!
domingo, 26 de outubro de 2014
sábado, 4 de outubro de 2014
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
quarta-feira, 8 de maio de 2013
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
A DIRCEU E GENOÍNO
Enquanto vocês, ainda jovens, consumiam suas vidas lutando por um Brasil mais livre e igualitário, outros jovens mais ou menos abastados se alienavam ou apoiavam os que, naquela época, praticavam golpes contra a democracia. Enquanto vocês passavam à clandestinidade, tendo que abandonar famílias e sonhos ‘pequeno-burgueses’, talvez, em nome do ideal coletivo mais generoso de um Brasil mais justo e soberano, outros se dedicavam aos sonhos que vocês abandonavam naquele momento e a suas próprias famílias e relacionamentos. E enquanto vocês sofriam nos porões de uma ditadura repressora e sanguinária, sendo tratados de maneira vil, outros iam às festinhas da época e dançavam o chá-chá-chá, o twist e o hully-gully ou cuidavam de suas vidas e seus futuros ...
Mas, sem a atuação decidida de gente como vocês, o Brasil seria bem pior e passaria a idéia de que aqui se podem implantar regimes autoritários sem haver resistência. As ações de vocês dois foram marcos sinalizadores de que o povo estava insatisfeito, ou a parcela mais lúcida dele, pelo menos, estava. E essa insatisfação ganhou força e acabou resultando na mobilização popular por eleições diretas e por uma sociedade e país livres da tutela autoritária que lhes era imposta pela prolongada ditadura civil-militar.
Hoje temos uma imprensa livre, tão livre que pode até ensaiar golpes e propor que se fraudem concursos. Pode acusar sem provas e integrar um campo político de onde bombardeia o outro sem clemência ou decência ... pode fazer quase tudo o que quer. Temos um Judiciário que não é tutelado, do qual não se apeiam ministros por decretos presidenciais – Judiciário que teria que estar à altura da nova conjuntura e não agir arbitrariamente como antes agiram contra ele, na época dos saudosos Hermes de Lima, Victor Nunes e Evandro Lins e Silva, grandes ministros do STF cassados por decreto presidencial, ou melhor, ditatorial. Hoje nenhum jurista pode fornecer ao sistema o álibi de que ‘a revolução cria sua própria institucionalidade’: não deve haver normas e nem julgamentos de exceção e ninguém deve ser cassado ou condenado sem provas e sem um julgamento justo e imparcial.
Vivemos uma conjuntura na qual somos mais soberanos, a despeito do muito que ainda nos falta para podermos encher o peito e gritarmos isso aos quatro ventos e, apesar também das inúmeras dificuldades, somos um país um pouco mais igualitário. O índice de Gini, que mede as desigualdades, nos mostra que somente agora alcançamos e superamos o nível que ocupávamos em 1960, antes do golpe. Isso só foi atingido após os doze anos de governos ‘mensaleiros’ petistas. Nos anos anteriores à chegada do PT ao poder, esse índice só piorava. Temos um país mais livre, mais soberano e no caminho para se tornar mais equânime, justo e igual. E talvez isso incomode a alguns ...
O sacrifício passado de vocês, portanto, não foi em vão, como não será o de agora. Essas tribulações não devem durar, pois o povo hoje também é mais informado e unido e já deu uma resposta nas urnas aos que acusavam o PT de corrupção. Estamos nos mobilizando e continuaremos a nos mobilizar enquanto subsistir qualquer resquício de arbítrio. E aqui conclamo os que ainda dormitam para que participem.
Flávio Prieto
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