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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

SERÁ QUE O PT ACABOU MESMO COM O BRASIL?

SERÁ QUE O PT ACABOU MESMO COM O BRASIL?


Alguns dados para acabar com essa falácia de que o PT acabou com o Brasil e que foram ‘13 anos de destruição’. Será que ele realmente destruiu o Brasil? Vejamos o Brasil antes e depois dos 13 anos de PT (sim, foram 13 anos e não 16). Vamos a eles:

SALÁRIO MÍNIMO:

Em 2003: R$240,00
Em 2016: R$880,00



Um aumento de 266% no período enquanto a inflação acumulada foi de 123%. Fazendo a correção, o salário de 2003 equivale a R$535,39 em 2016. Ou seja, um aumento real de 2003 para 2016 de incríveis 64%.

(Fontes: Min. da Fazenda, IBGE e FGV)

IDH - ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

Em 2003: 0,695
Em 2016: 0,755



(Fonte: PNUD – ONU)

DISTRIBUIÇÃO DE RENDA (Índice de GINI)

Em 2003: 0,586
Em 2016: 0,491



(O índice GINI mede o grau de desigualdade de um país. Quanto mais próximo de 1, mais desigual é)


(Fonte: IBGE)

EXTREMA POBREZA

Em 2003: 10,5% (Banco Mundial) 17,5% (IBGE)
Em 2016: 4,2% (Banco Mundial) 9,2% (IBGE)



O Banco Mundial e o IBGE usam rendas diferentes para critério de extrema pobreza. Em ambos percebemos uma queda acentuada (60% e 47,4% respectivamente) no percentual da população que vive em extrema pobreza.


(Fontes: Banco Mundial e IBGE)

TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL (a cada mil nascidos)

Em 2003: 21,5
Em 2016: 14,0



Uma queda de 34,8% no período. Vale ressaltar que em 2016 tivemos uma epidemia de Zika no país que elevou a taxa de mortalidade infantil, o que torna essa queda mais expressiva.


(Fonte: IBGE)

TAXA DE ANALFABETISMO

Em 2001: 12,4%
Em 2016: 7,20%

Uma queda de 42% no período.


(Fonte: INEP – MEC)

ENSINO FUNDAMENTAL
(jovens de 16 anos com ensino fundamental concluído)


Em 2003: 57%
Em 2014*: 74%



Um crescimento de 29,8%.

(*O estudo do PNE com base no PNAD que serviu de fonte para estes dados era de 2014, portanto não trazia dados de 2016.)


(Fonte: Observatório do PNE)

PIB



Em 2002: 1,48 trilhões
Em 2016: 6,26 trilhões



Corrigido pelo IGP-M, o PIB de 2002 equivale a 3,53 trilhões em 2016. Ou seja, tivemos um aumento de 323% que, considerando as correções, representa um aumento real de quase 80% no nosso produto interno bruto.


(Fonte: IBGE e FGV)

RESERVAS INTERNACIONAIS

Em 2003: U$ 37,6 bilhões
Em 2016: U$ 370 bilhões



Um aumento de 884%. Quase 10 vezes maior de quando pegou para quando entregou o governo.


(Fonte: Banco Central)

ENSINO SUPERIOR

Em 2002: 466,2 mil alunos concluíram
Em 2014: 837,3 mil alunos concluíram

De 1995 a 2002: 2,4 milhões concluíram
De 2003 a 2014: 9,2 milhões concluíram



O aumento de pessoas com nível superior reflete o sucesso de políticas públicas como o PROUNI e também é consequência da melhora da renda da população em geral que passou a ter condição de pagar pelos estudos.


(Fonte: MEC)

DESEMPREGO



Em 2003: 13,0%
Em 2014: 4,3% (Fim do 1o mandato da Dilma)

Em 2016: 11,3%
Hoje: 12,3%



A redução da taxa de desemprego do início do governo PT até o início da crise, quando a Dilma ganhou a reeleição, havia sido de 67%. Com a crise que vivemos até hoje este indice subiu bastante, mas mesmo assim se encontra abaixo de 2003 quando o PT entrou. Ou seja, apesar da nossa percepção de que nunca esteve tão ruim, de desesperança e de caos, de fundo do poço, ainda assim está melhor que antes do PT entrar.


(Fonte: IBGE – PNAD)

MORTALIDADE INFANTIL - CRIANÇAS DE ATÉ UM ANO

2003: 27,48%
2015: 13,08% *


* a menor em 11 anos.


(Fonte: IBGE)

(contribuição de Jonice Oliveira / Suzanne Xavier)

Diante dos dados acima, continuar repetindo que o PT destruiu o Brasil é algo que não cabe. É negar os fatos, a realidade. O Brasil que o PT deixou é melhor do que o que pegou em todos os índices.


Todo o mal que afirmam que os petistas (provas?) fizeram não invalida os grandes e numerosos avanços alcançados. Viva o PT!!!




39 ANOS AO LADO DO POVO

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

VAMOS COMPARAR

Comparativo de políticas econômicas: Governo FHC x Governos Lula-Dilma
03 de Setembro de 2014
Hélio Mairata (*)
Se estamos próximos a escolher nossos governantes – Poderes Executivo e Legislativo – para o próximo quadriênio, é de bom alvitre comparar os desempenhos dos dois últimos governos de partidos diferentes, o PSDB que mandou no país em 1995-2002 e o PT com os números de 2003-2013. Todos os dados serão de fontes oficiais, em especial, IBGE, IPEA. MTE e Banco Central.
O mais conhecido indicador é o Produto do país, o PIB. No período FHC ele experimentou crescimento anual à taxa média de 2,29%. Já em 2003-2013 essa taxa anual média pulou para 3,22%.
Consistentemente, a taxa de desemprego refletiu esse maior dinamismo na era Lula-Dilma. Enquanto fechou 2002 (fim do período FHC) com 10,5%, atualmente está na casa os 5% apenas. Nos seus oito anos FHC criou 5.016.672 postos; nos seus oito, Lula criou o triplo: 15.384.442. E Dilma, em três anos, quase o mesmo que nos oito do FHC: 4.880.078.
Mas não foi só a empregabilidade o que melhorou: os salários também. Com uma deliberada política de valorização real (ou seja, do poder de compra) do salário mínimo, este obteve um ganho real (isto é acima do custo de vida) de 72,31% de 2003 a 2014. No período 1995-2002 houve uma perda real de 6,49%. Enquanto ao final do mandato FHC (2002) um salário comprava 1,4 cestas básicas (média nacional apurada pelo DIEESE) em janeiro de 2014 passou a adquirir 2,2 cestas, a maior relação desde 1979.
Essa melhoria (o salário mínimo referencia os ganhos mensais de 48,2 milhões de pessoas segundo o DIEESE) e mais as transferências, em especial o Bolsa-Família, reduziram a concentração da Renda no país. Há um indicador que mede o grau dessa concentração chamado Índice de Gini (quanto maior, mais concentrada é a Renda). Este caiu: em 2002 era 0,588; em 2013: 0,493, comprovando a melhoria da distribuição da Renda no país.
Paralelamente, a inflação teve reduzida a sua força: enquanto a média anual no período FHC (95/02) foi de 9,09%, nos governos do PT (03/13) caiu para 5,95% na média anual (medida pelo IPCA).
FHC deixou o governo com uma dívida explosiva. Ao final de 2002 a razão Dívida Interna Líquida do Setor Público / PIB era espantosa: 55,5 com o governo à beira da falência, ressaltando que quando FHC assumiu essa relação era de apenas 29,2, ou seja, ele vendeu quase todas as estatais e mesmo assim a Dívida Pública elevou-se. Atualmente essa razão é de 34,9 apenas.
Por outro lado, no final de 2002 o país estava à beira da insolvência. Para uma Dívida Externa de US$ 210,711 bilhões possuíamos reservas de apenas US$ 16,339 bilhões, o que nos deixava com uma dívida externa líquida de US$ 194,372 bilhões. Atualmente, enquanto nossa Dívida Externa é de US$ 330,2 bilhões, possuímos no exterior, aplicadas, reservas de US$ 380,5 bilhões, ou seja, no líquido, somos CREDORES do resto do mundo na ordem de US$ 50,3 bilhões.
Relativamente a isso, examinemos outro dado. O Risco-País é um índice que mede o grau de estabilidade econômica de um país. O Risco-Brasil, portanto, seria uma medida do nível de risco de nosso país. O indicador mensura o excedente que se paga em relação à rentabilidade garantida pelos bônus do governo norte-americano. Significa dizer que a cada 100 pontos expressos pelo risco Brasil, os títulos do país pagam uma sobretaxa de 1% sobre os papéis dos EUA.
No último ano de FHC ele registrou seu maior nível em toda a série histórica, alcançando 2.446 pontos em setembro de 2002. O Brasil ostentava um dos quatro maiores riscos entre todos os países do mundo, superado apenas por Argentina (que acabara de entrar em default), Nigéria (em guerra civil) e Equador.
A recuperação dos fundamentos macroeconômicos, trazendo estabilidade à economia, resultou em que o índice alcançasse a mínima de 137 pontos em maio/07. Atualmente o risco está em torno de 200 pontos.
O que acha desse confronto de fatos, não de “vamos conversar”?
(*) Professor de Macroeconomia da Universidade Federal do Pará


COMO RODRIGO MAIA, PAULO GUEDES E A GLOBO ESTÃO TE ENGANANDO SOBRE O SERVIÇO PÚBLICO

AQUI ESTÃO AS 7 PRINCIPAIS MENTIRAS QUE TE CONTAM SOBRE O SERVIÇO PÚBLICO (com dados confiáveis que destroem essas mentiras) MENTIRA...