quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

GUERRA FRATRICIDA NA SÍRIA

BEHIND EVERY ARAB SPRING THERE'S A BANKER
RESPECT SYRIAN PEOPLE: DEMAND A REFERENDUM

5 comentários:

  1. O mundo tem que permitir que o povo sírio expresse sua vontade em um referendo organizado pela ONU e monitorado por institutos de vários países, inclusive os não alinhados aos EUA e à Europa. Assad aceitaria numa boa: já venceu dois referendos anteriores, em 2002 e 2007. Quem não quer isso é porque não aceita a real vontade do povo sírio e pretende falar por ele.

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  2. Mercenários e soldados de quase 30 países, segundo a ONU, lutam na Síria para derrubar Assad, duas vezes referendado pelo povo sírio e cujo partido, o Ba'ath, venceu as últimas eleições parlamentares em 2011 por ampla maioria. Essa guerra não é do povo sírio.

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  3. Mercenaries and soldiers of almost 30 countries, according to the UN, fight in Syria to oust Asad - twice referended in power by his own people and whose party Ba'ath won last parlamentary elections in 2011 by large numbers. Whose war is this? Certainly, not syrian's.

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  4. Rich businessmen in Qatar, Saudi Arabia, Lebanon, Turkye and superpowers in the West send money and weapons to 'rebels' (first called 'protesters'). How have they become a powerful army in less than two years, capable of taking whole areas of the country in their hands, especially near the borders?

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  5. Comerciantes ricos no Qatar, Arábia Saudita, Líbano, Turquia e superpotências ocidentais enviam dinheiro e armas aos 'rebeldes' (antes chamados de 'manifestantes'). Como se tornaram um poderoso exército em menos de dois anos, capaz de tomar áreas inteiras do país em suas mãos, especialmente perto às fronteiras?

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